A vez do Líder Emocionalmente Inteligente: 4 táticas para você virar o jogo

“Eu aprendi que as pessoas esquecerão o que você falou,  esquecerão o que você fez,
mas as pessoas jamais irão esquecer como você as fez SENTIR.”
Maya Angelou (1928-2014)

Artigo retirado originalmente do post de 25/8/2015 no pefril do Linkedin de João Marcelo Furlan(https://www.linkedin.com/pulse/vez-do-l%C3%ADder-emocionalmente-inteligente-4-táticas-para-furlan?trk=prof-post)

Esta semana mostrou-se muito produtiva. Após o épico CONARH 2015, com presenças de Dráuzio Varela, Bernardinho, a Masterchef Paola entre tantas atrações internacionais, ficou para mim acima de tudo as conclusões do Fórum de Presidentes, que contou com mais de 150 CEOs que compartilharam seus anseios com relação à Gestão de Pessoas nas organizações.

Como resultados da pesquisa realizadas com este público ficou que 29% dos entrevistados disseram que o maior entrave para o Futuro do Brasil na atualidade é a “FALTA (de) LIDERANÇA para reverter o quadro atual” (créditos da foto: Roberta Nunes Barbosa – tks, Rô!)

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Então, quando pensamos em liderança, pensamos somente nos líderes no topo, senadores, deputados e a presidenta do Brasil, ou devemos pensar na liderança dentro das organizações ou até mesmo aquela que vem das ruas?

Pois bem, nesta semana também tive a honra de falar sobre INTELIGÊNCIA EMOCIONAL em dois eventos distintos, na Expo do próprio CONARH e no Comitê de Gestão e Pessoas da Amcham Goiânia. Em ambas as ocasiões pude relacionar com os participantes sobre o papel dos líderes nas organizações para virar o jogo da conjuntura atual do Brasil.

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É justamente nesta hora que os líderes têm uma oportunidade ainda maior para apoiar a equipe. É um momento de autocontrole, correção de rota, apoio à equipe. Aproveitar para fazer a equipe ver o momento como uma oportunidade de transformação, de execução de novas idéias, de reforço da confiança da equipe em fazer mais, perseverar e superar o momento atual.
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É esse o líder que precisamos para fazer a virada. Neste intuito, gostaria de
compartilhar algumas táticas conectadas à inteligência emocional que poderão apoiar você em seu esforço de ser um Líder de grande desempenho e conexão com a equipe:

1- Fazer ressignificação

Os colaboradores já escutam muitas coisas ruins sobre o cenário e o líder não precisa ficar reforçando isso. É preciso fazer com que as pessoas pensem positivamente e não se desmotivem pensando em possíveis cortes, por exemplo. Sente com cada colaborador da equipe e explique que nesse momento a empresa tem que inovar mais, fortalecer as relações e gerar novas parcerias e que ele é peça-chave para que isso aconteça. Mostre a sua importância para a organização.

2– Pedir permissão

Quando for expressar um ponto de vista, dar sugestões ou até mesmo uma crítica, pergunte se tem esta liberdade para isto ao colaborador. O ato de pedir permissão fará com que ele se sinta respeitado e importante e isso certamente estabelecerá uma relação de confiança entre vocês.

3 – Perguntar e ouvir

Faça perguntas abertas, que não limitem as respostas do time em “sim” ou “não”. O líder tem que ser mais próximo nessa fase instável, precisa ouvir mais e ser realmente um coach. Isso ajuda a descobrir o que a equipe está pensando e contribui para redefinição de estratégias, caso seja necessário.

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4 – Tratar o seu time como cliente número um

Já disse Ken Blanchard, o guru mundial da liderança: “A sua equipe deve ser o seu cliente número um”. Se o líder ficar pensando em somente fazer dinheiro para a empresa, ele não vai conseguir resultados, por isso, trate o seu time como cliente e dê o devido valor a ele. (reveja o vídeo do Ken Blanchard aqui).

Equipe sem engajamento não tem como apresentar mais. O segredo é desfocar do problema e começar a construir a solução. Em vez de ficar olhando apenas os números decrescentes da empresa e o gap das metas, olhe para sua equipe e dê forças e encorajamento para que ela esteja mais empenhada com os desafios.

A inteligência emocional representa 60% do sucesso de gestores que vão da supervisão à presidência. Tenha essa competência como aliada e faça da crise um trampolim para alcançar mais e melhores resultados.

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