ARG: o jogo secreto que mobilizou 250 estudantes em um desafio de performance

O quão real deve ser uma atividade de gamification para impactar os participantes em Ação, Empatia e Resiliência?

ARG-topo

Entregar resultados é parte importante da formação de jovens líderes e participar de uma dinâmica, em forma de jogo, que demonstra, na prática, como a colaboração é fundamental traz autoconfiança e inteligência emocional.

O Jogo
ARG, é um Jogo de Realidade Alternativa que combina competição com desafios de cooperação. Os jogadores precisam uns dos outros para solucionar o problema.

O ARG é também uma ferramenta de gamification para o aprendizado cada vez mais usada em todo o mundo, mas ainda não muito comum no Brasil, principalmente quando aplicada aos treinamentos corporativos.

Os Changemakers da AIESEC, organização não-governamental que desenvolve jovens líderes em parceria com a ONU, se viram diante do desafio de provar, através de evidências, que a instituição merece ser uma scale-up das Nações Unidas.

A trama envolveu mais do que os estudantes: o CEO de uma empresa de verdade, a Enora Leaders, conhecida por aplicar treinamentos dinâmicos e inovadores em empresas de destaque no mundo todo, se disfarçou de CEO de uma empresa fictícia para ser o avaliador. Gravou vídeo e criou toda a ambientação necessária para o “julgamento”.

Vídeo de Apresentação do Jogo

 

João Marcelo Furlan, CEO da Enora Leaders, foi escolhido pela interação com a AIESEC. Ele mesmo conseguiu sua primeira posição internacional, nas Filipinas, através da ONG, história curiosa que conta no livro FLAPS!.

Nesse ARG, os participantes tiveram que coletar e organizar os dados dos projetos realizados pela ONG e formatar o relatório para apresentação, em poucas horas.

Essa dinâmica teve pontos de incentivo e obstáculos, no modelo dos jogos de narrativa: eles ficaram com água e comida restritas para vivenciar uma das metas de desenvolvimento da ONU.

A Revelação
A revelação de que era um jogo só veio no final. E, mesmo diante da descoberta, a reação dos alunos foi aplaudir de pé. “Tudo o que eles executaram era de verdade. A simulação mostrou como eles se sairiam se fosse num contexto real,” lembrou João Marcelo, que conclui:” Por isso, ter atingido os resultados é igualmente importante. Mostra que estão preparados. Todos saíram dali sabendo que é possível atingir metas globais e que o trabalho em equipe e aprendizagem de liderança são as turbinas para o sucesso de qualquer desafio.”

O Aprendizado
João Marcelo Furlan, falou de sua experiência fora do Brasil, quando foi trainee pela AIESEC nas Filipinas e como isso impactou sua transformação como pessoa e líder para o resto de sua vida.
A empatia criada entre ele e os jovens foi muita e fechou o jogo com um alto pico de motivação e vontade de “fazer acontecer”.

Veja abaixo o vídeo de Furlan com os AIESECrs ao final do dia:

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